Ser ou não ser racista, eis a questão…

Ao ler este post no blog do Jorge, O que é o Jantar, e reflectindo sobre a onda de comentários que gerou, lembrei-me de um filme, A Time to Kill, cuja história incidia sobre as diferenças raciais existentes na América, e no mundo afinal, a forma desigual como brancos e negros são tratados, mesmo aos olhos da Justiça, que devia ser cega… nesse filme a acção desenrola-se na barra de um tribunal, onde o actor Matthew Mcconaughey defende um homem negro por ter assassinado os homens que violaram e violentaram a sua filha de 10 anos de idade. Nas alegações finais, Mcconaughey pede aos jurados que fechem os olhos e imaginem… é o que vos peço a vós também… fechem os olhos, cliquem no vídeo que está em baixo e digam-me o que ouvem…

Ouvem uma criança branca, negra, gorda, magra, cega, surda, normal, anormal?… ouvem uma criança a rir. O post do Jorge fala sobre adopção, adopção de crianças, adopção de crianças negras… de famílias… de aceitação… de preconceitos… de racismo…

Se houver alguém com dúvidas sobre este assunto, tape os olhos, veja o vídeo, ouça com atenção quantas vezes fôr necessário até perceber…

4 Respostas to “Ser ou não ser racista, eis a questão…”

  1. Nao sei o que escrever….tenho os olhos cheios de lagrimas.

  2. soniapessoa Says:

    Obrigada Miepeee, já fizeste com que valesse a pena. Beijinho grande

  3. Quando se ama e deseja ter uma criança, não interessa cor da pele ou proveniência. Eu penso assim.

    xinhus

  4. Sou Mãe biológica de quatro Filhos, fui durante três anos alectivos (por incapacidade dos Familiares directos) Encarregada de Educação de uma Menina Guineense. Se tivesse maior capacidade financeira, gostaria de adoptar uma ou duas crianças. Não faria questão da idade desde que estivessem dentro do meu universo biológico – 17 aos 7 anos – e gostaria que fossem de raça negra. Apesar de nunca ter ido a África, tenho saudades dela. Fui lá concebida, por lá vivi durante sete meses de gestação e gostaria imenso de voltar, de por lá ficar. A adopção faz-me confusão – pelo tempo que demora, pela burocracia que envolve, pelas exigências feitas por quem “quer” ter um filho. Enfim…entristece-me saber o número de crianças institucionalizadas. Beijos

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