9. Conto Infantil: Um Dia na Praia

A EDITAR
“…Maria deu meia volta e correu, não em direcção aos pais, mas em direcção ao mar. Caiu ali mesmo, de joelhos, na água. Pequenas ondas rebentavam contra o seu pequeno corpo e pequenas gotas de água salgada salpicavam e misturavam-se com as lágrimas que lhe percorriam o rosto.”…
E mais não conto. Esta é uma história que não vai querer perder!
Sónia Pessoa
2008
Abril 13, 2008 às 2:23 pm
Dizia o grande pintor Miró:
- ” A emoção é o que me faz mexer. Necessito de qualquer coisa que me provoque emoção “.
Neste conto falta qualquer coisa. Gostava de lhe dizer o quê, mas sinceramente não sei. Não me agarrou. Não mexeu comigo.
Seja como fôr, não está fora de questão a possibilidade de o vir a contar, caso a oportunidade surja.
Ficarei lisonjeado sempre que me informar que tem novos contos.
É sempre um prazer lê-la.
Ivo Machado
Abril 13, 2008 às 8:31 pm
“Como lhe disse não sei o que falta.
É provável que esteja lá tudo. A prova está na reacção da pessoa a quem leu o conto.
Pode ter acontecido que no momento da leitura não estivesse tão disponível quanto devia.
Também devo acrescentar que tenho dificuldade em ler em monitores. O mesmo conto em papel, às tantas, permitia-me um leitura totalmente diferente.
Lembra-se daquele conto em que propôs ilustração?
Quem sabe não é a ilustração ( que traz sempre mais-valia ) que falta?
Ivo Machado”
Partilho da opinião. A ilustração desempenha um papel muito importante. Assim como o momento e predisposição pode influenciar o nosso modo de ler. Isto de emoções dá conversa para muitas linhas. Como lhe referi, no mail que trocámos, a pessoa a quem li o conto, assim que o acabei de escrever, ficou de lágrimas nos olhos…
Obrigada pela sua visita.
Maio 6, 2008 às 4:18 pm
Gostei muito de conhecer o seu blog - vou imprimir os contos para os ler com os meus filhos. Parabéns pelo seu trabalho! Por favor, não desista de publicar os contos, continue a insistir, vai ver que vai conseguir!
Maio 18, 2008 às 3:51 pm
Falta-lhe o final feliz, acho que é disso que o Ivo sente a falta. Como se este conto fosse parte de um conto maior.